Passear depois de se tratar do doente :)

Daqui a bocado e aproveitando o bom tempo, agarro na minha Joana e vou com ela até ao jardim do Pinhal Novo, para que possa ver os ranchos ou seja o que for que para lá há no 1º de Maio, ela gosta e vai ser agradável para ambas, também isto faz parte de ser mãe acho 🙂 Como as autárquicas estão ai à porta já se sabe que as câmaras se esforçam um pouco mais 🙂 É triste mas uma realidade desde tempos imemoriais 🙂

Entretanto, acordei o Sebastião pelas 12 horas e, como não tinha ainda comido nada, fui buscar os snacks que comprei ontem e depois de lhos dar a cheirar, coisa que não teve grande efeito, fui-lhe abrindo a boca e metendo um a um lá para dentro, dei mais de meio pacote para que fique um pouco alimentado e não perca ainda mais as forças… ele não lhes tentava pegar mas, uma vez dentro da boca mastigava e engolia e não me parece que lhe fosse desagradável… Depois fui buscar o paté de carne e com uma colher de café dei-lhe cerca de 1/4 da embalagem, também pela boca abaixo… no fim, levantou-se e foi-se deitar ao sol, debaixo do alecrim… andei à procura dele nas ervas mas era mesmo aqui ao pé que estava 🙂

Amanhã de manhã vai ao veterinário e logo vejo o que diz, não tenciono desistir dele sem dar luta… gosto de todos mas este é o meu Special One 🙂

Confesso que já me estava a passar porque de facto ontem não comeu nada de nada.

Quanto ao Jerónimo, acabou mesmo por passar a noite fora de casa isto, depois de eu ter andado às 2 da manhã ali na rua à procura dele, robe vestido, lanterna na mão, sem sucesso e estava esta manhã, com a maior das latas, todo porreiro da vida à minha porta, lama até quase ao lombo, patas pretas e como se nada fosse… Agarrei numa garrafa de plástico vazia e dei-lhe com ela na traseira, assim sem aleijar mas a fazer barulho e prendi-o à guia de cavalo aqui à porta e está ainda no alpendre de castigo.

Isto realmente de não poder ter a propriedade vedada é uma chatice nestas ocasiões, uma porta aberta e sai o cão e depois ando eu, que até como se sabe vendo saúde, às 2 da manhã, sozinha de lanterna na mão a ver se encontro o raio do cão, sem falar que antes ainda se pegou à pancada, aqui à minha porta, com outros cães que aqui aterram sabe-se lá de onde, sem que eu conseguisse correr rápido o suficiente para os separar.

Eu gosto dos meus vizinhos mas começa a ser intolerável esta situação até porque, como ontem, estava sozinha e sem ter quem corresse o suficiente para o segurar. Vou acabar por ter mesmo de vedar, lamento mas vai acabar por acontecer.

Lá diz o ditado americano que, a boa vizinhança mede-se pela altura das vedações, entre as diversas propriedades de cada vizinho, sem que uns invadam a propriedade do lado.

Nestes dias, apareceu por ai uma cadela sem que se saiba quem é o dono, tem aquelas coleiras tipo as dos rebanhos, mas andam por ai umas noites de confusão e esta, em particular, o Jerónimo conseguiu fugir…Por acaso até voltou bem, mas nunca se sabe se, de futuro, não possa ficar para ai atropelado ou sabe-se lá o que lhe poderá acontecer.

Vedar a propriedade é apenas bom senso, cada vez me convenço mais disso e vai acabar por acontecer.

Por enquanto, o Jerónimo, está ali no alpendre a esfriar a cabeça e ainda vai lá ficar uns bons tempos, lamento mas tem mesmo de ser assim 😦 Que diria eu ao meu filho se ele fugisse e aparecesse a atropelado, ou nem aparecesse? Mais tensões para a minha cabeça que facilmente gera um surto? Não me faz sentido. Será um passo que vai acabar por acontecer.

Carla

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